Entrevista Exclusiva - Pedro Chagas Freitas
Dada a indisponibilidade de tempo devido a questões laborais, não nos foi permitido fazer uma entrevista alargada com o escritor Pedro Chagas Freitas. Todavia, o escritor aceitou responder a duas perguntas posteriormente elaboradas pela equipa deste blogue, ao qual desde já agradecemos a sua colaboração.
Considera que cada vez mais se escreve e fala pior?
Visito muitas escolas e são bastantes as vezes em que fico agradavelmente surpreendido com a qualidade, a esse nível, que encontro. O que é indiscutível é que 80 ou 90% dos escreventes não fazem a mínima ideia do que é o sistema de pontuação – e colocam as vírgulas e os outros sinais quase à sorte.
A escrita é – para si – uma forma de estar ou uma forma de vida?
Não sei criar uma fronteira entre ambos - o que acaba, provavelmente, por ser sinónimo de que é uma forma de mim: seja de vida, seja de estar. É aquilo que eu denomino de escreVIVER: passar a vida a escrever; passar-me na vida a escrever.
Pedro Chagas Freitas escreve. Publicou 22 das mais de 150 obras que já criou. Foi, ou ainda é, jornalista, redator publicitário, guionista, operário fabril, barman, nadador salvador, jogador de futebol, e muitas outras coisas igualmente desinteressantes. Orienta desorientadas sessões de escrita criativa por todo o país e arredores. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 100.000 fãs na sua página de Facebook. Biografia retirada de http://www.wook.pt/authors



