Assinada por Janelle Nanos (uma viajante que já foi editora na Traveler e que atualmente é editora da Boston Magazine), a reportagem começa logo por avisar: "Portugal é feito para viajantes". Lisboa deixa a jornalista "entusiasmada e impressionada". E, para tal, bastou logo e apenas a vista desde o castelo São Jorge, com "Lisboa em cascata colinas abaixo em todas as direções". A viagem – escrita num registo pessoal onde o marido da jornalista também é chamado ao trabalho –, segue pelos elétricos e Alfama, por ruelas e calçadas, pela Sé e pelas ruas animadas da noite do Bairro Alto, sem deixar de recordar os Descobrimentos e descobrir Belém (não faltam os pastéis, claro).
Mas a jornalista não se fica por Lisboa. Por Setúbal, vai em busca de "avistamentos dos golfinhos e de peixe e marisco frescos" e do Portinho da Arrábida. Segue pelo "enclave turístico" de Tróia e e pela Comporta e, depois de uma passagem pela "terra natal de Vasco da Gama", Sines, é tempo da "verdadeiramente selvagem costa do Alentejo".
A Rota Vicentina, por trilhos alentejanos e algarvios, chama logo a atenção da viajante, com os seus quase 300km de caminhos para calcorrear. Pelo meio, passagens por Milfontes, Herdade da Matinha, Zambujeira do Mar ou Vila do Bispo. A meta já estava delineada há muito: Sagres, entre as memórias dos Descobrimentos portugueses e pescadores no "fim do mundo". A revista, que está a celebrar 30 anos, é referenciada como "a mais globalmente lida revista de viagens do mundo".
fonte: http://fugas.publico.pt/Viagens/337526_national-geographic-a-descoberta-do-velho-e-novo-portugal

